Os efeitos maléficos causados à saúde
por causa do fumo de tabaco referem-se directamente ao tabagismo assim como à inalação de fumo ambiente(tabagismo passivo).
A Organização Mundial da Saúde(OMS), estima que em países desenvolvidos, 26% das mortes masculinas e 9% das mortes femininas podem ser atribuídas ao tabagismo. Desta forma, o tabagismo é uma importante causa de morte prematura em todo o mundo.
Definição do conceito tabaco:
Tabaco originário da América do Sul, das quais é extraída a substância chamada nicotina, presente em todos os tipos de tabaco por todo o mundo.
- Generalização do tabaco:
Os povos indígenas da América acreditavam que o tabaco tinha poderes medicinais e usavam-no em cerimónias. Foi trazido para o hábito de fumar o tabaco como mera demonstração de ostentação que se originou na Espanha, com a criação daquilo que seria a primeira Europa pelos espanhóis no início do século XVI. Era mascado, ou então aspirado sob a forma de rapé(depois de secar as suas folhas). O corsário Sir Francis Drake foi o responsável pela introdução do tabaco em Inglaterra em 1585, mas o uso do cachimbo só se generalizou graças a outro navegador, Sir Walter Raleigh. Um diplomata francês, de nome Jean Nicot(de onde deriva o nome da nicotina), aspirava-o moído rapé e percebeu que aliviava as suas enxaquecas. Desta forma, enviou uma certa quantidade para que então a Rainha da França, Catarina de Médicis, o experimentasse no combate às suas enxaquecas. Com o sucesso deste tratamento, o uso do rapé começou a popularizar-se(charuto). Tal prática foi levada a diversos continentes e, somente por volta de 1840, começaram os relatos do uso de cigarro. Neste ponto, a finalidade terapêutica do tabaco já tinha perdido o seu lugar nas sociedades civilizadas, e passou para o hábito de fumar por prazer. Embora o uso do cigarro tenha tomado enormes proporções a partir da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), foi apenas em 1960 que foram publicados os primeiros relatos científicos que relacionavam o cigarro ao adoecimento do fumador. Pesquisas em âmbito mundial a respeito dos perigos do tabagismo são amplamente divulgadas, não cedendo espaço para dúvidas ou más interpretações. Tais pesquisas vêm demonstrar que o significado médico-terapêutico do tabaco caiu por terra há décadas, cedendo lugar ao combate à dependência química que as substâncias constantes do cigarro causam.
: - Componentes do tabaco
Até 700 aditivos químicos talvez entrem nos ingredientes utilizados na produção de cigarros, mas a lei permite que os produtores guardem a lista em segredo. No entanto, constam entre os ingredientes: metais pesados, pesticidas e insecticidas. Alguns são tão tóxicos que é ilegal despejá-los em aterros. Aquela atraente espiral de fumo está repleta de umas 4.000 substâncias, entre as quais acetona, arsénico, butano, monóxido de carbono e cianido. Os pulmões dos fumadores e de quem está perto ficam expostos a pelo menos 43 substâncias comprovadamente cancerígenas.
Além destes produtos químicos, o tabaco tem altas quantidades dos isótopos radioativos Alcatrões;
Nicotina;
Ácido cianídrico; Monóxido de carbono;
Compostos cancerígenos;
Nicotina;
Ácido cianídrico; Monóxido de carbono;
Compostos cancerígenos;
Polônio-210;
Chumbo-210;
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